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Uma Declaração de Direitos dos Animais

Bloqueio Global pelos Direitos dos Animais

No outono de 2019, milhares de ativistas pelos Direitos dos
Animais em todo o mundo vão pedir aos seus legisladores
a criação de uma Declaração de Direitos dos Animais. 

 

Se os legisladores se recusarem a conversar com os
ativistas e a elaborar um plano de ação para a Declaração
de Direitos dos Animais, os ativistas vão levar a cabo a
maior ação de desobediência civil em massa alguma vez
coordenada em prol dos Direitos dos Animais. A História 

confirma que os protestos funcionam.

 
 

Cidades participantes

Porquê uma Declaração de Direitos?

As décadas de trabalho no movimento pelos animais deram poucos resultados. De facto, devido aos novos métodos
industrializados, o número de animais que sofrem com a tirania humana é maior do que nunca.

Pedir reformas e melhorias na forma como os animais são  tratados não é suficiente.

Uma Declaração de Direitos consagra os direitos específicos e
absolutos que um grupo deve ter. Define o que é permissível e
o que não é. Além disso, mostra um caminho a seguir e o

mundo que queremos criar.

Pedir a Libertação Animal ou gaiolas vazias não é claro.


Os animais precisam de proteção legal. Os animais precisam

de direitos inalienáveis.

Os animais precisam de uma Declaração de Direitos.

 

Como podemos fazer com que uma
Declaração de Direitos seja aprovada?

Comunicação Social

Se conseguirmos estar na capa dos jornais durante vários dias consecutivos, este tema torna-se num debate nacional. Quando a forma como tratamos os animais for descrita e analisada, sabemos que a verdade prevalecerá.

Desobediência Civil

Quando a sociedade se recusa a abordar uma questão, a desobediência
civil não-violenta pode ser usada para forçar um debate.

 

Ao perturbar o funcionamento normal da sociedade, temos uma oportunidade de sermos realmente ouvidos.

Pressão Política

Ao pedir aos políticos uma mudança legislativa, podemos alcançar vitórias
que se tornam lei.

 

Se os políticos não cumprirem as suas promessas, voltamos às ruas.

O que está escrito na declaração

propriamente dita?

A ciência diz-nos que os animais não humanos são sencientes e a justiça
exige que todos os seres sencientes sejam protegidos contra a tirania e a
opressão. Nos últimos séculos, expandimos o âmbito de quem merece o
nosso cuidado, mas constatamos que os animais não humanos ainda não
têm uma proteção legal apropriada.


Pedimos que apoies a aprovação de legislação que conceda a cada
animal senciente:

● O direito de ser livre, não ser propriedade de alguém, ou de ter um tutor
que aja no melhor dos seus interesses.


● O direito de não ser explorado, vítima de abuso ou morto por parte de
humanos.


● O direito a que os seus interesses sejam representados nos tribunais e
protegidos por lei.


● O direito a um lar, habitat ou ecossistema protegido.


● O direito de ser resgatado de situações de sofrimento e exploração.

Quem é a Rose?

A Rose (na fotografia acima) é uma galinha que foi resgatada de um aviário de produção orgânica, em 2018. Os denunciantes encontraram provas de crueldade animal dentro da exploração e alertaram as autoridades. Depois de as autoridades competentes se recusarem a solucionar o problema, os ativistas decidiram que o único recurso seria entrar e ajudar os animais negligenciados.


A polícia deteve 58 ativistas e os serviços veterinários recolheram 9
galinhas doentes. Prometeram aos ativistas que as galinhas receberiam a 
ajuda veterinária de que precisavam, mas foram mortas no mesmo dia, porque os gastos não compensavam a ajuda.


No entanto, a polícia permitiu que uma ativista com uma galinha ao colo, a Rose, saísse da propriedade. Vemos este ato simbólico de compaixão como prova de que a polícia presente naquele dia sabia que resgatar animais não é crime.

A Rose foi a única sobrevivente naquele dia e a sua vida é prova de que esta atrocidade não é justificada. A sua vida é prova de que, naquele dia, até a polícia sabia o que estava certo e decidiram infringir a lei para a libertarem.

 

Junta-te a uma ação, neste outono

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